WALLAYÊ!
Existe sim
uma identidade-indivíduo
a quem posso chamar de eu.
Não saberia como delimitá-la,
que dirá defini-la,
pois tudo quanto posso
é expressar
e sentir.
Quando me afasto dela, sofro.
E muito.
E quando estou tão perto
a ponto de adivinhar quem sou,
meu bem, wallayê! –
jamais saberia dizê-lo
com meras palavras.



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